“Ninguém é obrigado a assistir”: secretário de Trump defende fuzilamento ao vivo
[BRAGA ROCHA]
O FATO: O secretário de Segurança Interna dos EUA, Markwayne Mullin, defendeu a transmissão ao vivo da execução do militar Nidal Hasan, condenado à morte pelo assassinato de 13 pessoas na base de Fort Hood, no Texas, em 2009.
O VÍCIO: A transmissão ao vivo da execução violaria a proibição absoluta da tortura e equivaleria a uma execução pública, considerada forma de tratamento ou pena cruel, desumano e degradante.
A SENTENÇA: A proposta é inaceitável e viola os direitos humanos. A transmissão ao vivo da execução é uma forma de tortura e não pode ser justificada como uma forma de punição proporcional ao crime. É um ato que viola a dignidade humana e a justiça.
Link da Notícia Original: https://www.diariodocentrodomundo.com.br/ninguem-e-obrigado-a-assistir-secretario-de-trump-defende-fuzilamento-ao-vivo/